Helena Roseta afirmou durante a sua intervenção no seminário “Habitação e Direitos Humanos”, promovido pela Empresa Municipal de Habitação de Matosinhos, MatosinhosHabit,  que “deve haver uma Autoridade Nacional para a Habitação. Deve ser um organismo que, defende a proponente, “deverá ter poder, meios e capacidade de entrar em casa dos cidadãos e verificar se todas as regras estão a ser cumpridas, quer por parte de proprietários, quer por parte de inquilinos”.

A proposta de criação de uma Autoridade Nacional da Habitação foi feita em Matosinhos, durante a intervenção que fez num seminário sobre os 20 anos da política de habitação social do município nortenho.”

O Ministro do Ambiente, Matos Fernandes, que encerrou o segundo dia do seminário alertou para o crescimento demográfico da população mundial e os riscos ambientais associados. 3010

“Hoje somos quase 7 mil milhões de pessoas. Em 2050, o planeta vai ter 10 mil milhões de habitantes, dos quais cerca de 6 mil milhões viverão em cidades. As cidades são complementos fundamentais de qualquer estratégia, nomeadamente o combate às alterações climáticas e a necessidade de se ser mais eficiente quer do ponto de vista energético quer do ponto de vista material. Em 2050, as cidades irão consumir 90 mil milhões de toneladas de materiais, muito mais do que o planeta pode fornecer de modo sustentável”, alertou o Ministro do Ambiente, na sessão que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Para o governante, “falar do combate às alterações climáticas é muito falar da necessidade de mudança de paradigma de uma economia linear, que esgota e que não é produtiva, para uma economia circular, que regenera, que preserva materiais e que preserva riqueza por um maior período de tempo”.

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